terça-feira, 20 de setembro de 2011

Grande Evento


Prezados Amigos, Parceiros e Clientes,

É com grande orgulho que os convido para participar do Lançamento do Projeto Banco de Talentos da faculdade dos Guararapes.

Estaremos discutindo O Desafio para Formação de Recursos Humanos na área de Comércio Exterior.

Peço que confirme sua participação via email: caio@crpgroup.com.br

1 abs

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Alinhados com as diretrizes do MDIC

Prontas para ganhar mercado

INTEGRAÇÃO Nove pequenas e médias empresas do Estado vão vender produtos no exterior com apoio do Primeira Exportação

Jornal do Commercio- 26/08/2011

Até março do próximo ano, nove pequenas e médias empresas de Pernambuco vão desembarcar suas marcas no mercado internacional. A estreia lá fora será pelas mãos do Projeto Primeira Exportação, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Ontem, empresários e representantes do comitê gestor do programa participaram de reunião na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper).
A coordenadora geral de Desenvolvimento de Programas de Apoio às Exportações da Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Mdic, Cândida Cervieri, veio de Brasília para comandar a reunião. “Nosso objetivo foi estabelecer um cronograma, dirimir dúvidas e alinhar as discussões sobre o projeto”, explica. Iniciado em 2007, como um piloto, e institucionalizado no ano passado, o Primeira Exportação atende a 111 empresas de oito Estado: Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Santa Catarina. A proposta é estimular pequenas e médias empresas com perfil exportador a atuarem no mercado externo.

Em Pernambuco, participam do projeto as empresas Prolev (alimentos), Tribos (moda feminina), Rishon (cosméticos), DAM (roupas profissionais), Isis (alimentos), Supranor (ração animal), KJX (cosméticos), Xick Baby (calçados infantis) e Officina Design Ecológico (bijuterias). Cândida lembra que apesar de as pequenas e médias empresas representarem 98% do comércio exterior no Brasil, respondem apenas por 1,8% do valor exportado.

O programa obedece a quatro etapas: diagnóstico das empresas, pesquisa de mercado, adequação dos produtos e promoção comercial. Cândida defende que o desafio é fazer uma exportação sustentada, que tenha permanência. “Não adianta fazer um primeiro embarque e não conseguir dar continuidade. Isso mancharia a imagem da empresa, do Ministério e do Brasil”, alerta.

O empresário da Xick Baby, que fabrica calçados infantis de couro para crianças de até 7 anos, espera que as exportações representem 25% do seu negócio, a longo prazo. “O mercado internacional seria uma excelente alternativa para os períodos sazonais no Brasil, quando ocorre queda nas vendas”, aposta.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novo Desafio/ New Challenge

Aos meus Amigos, Parceiros e Clientes,

Hoje (26/08/2011), deixarei o cargo de gerente de desenvolvimento regional do Grupo Via Mat/ O. Lisboa.

Agradeço aos meus colaboradores, parceiros, amigos e clientes pela colaboração, dedicação e parceria realizado ao longo dos últimos 26 meses e desejo sorte na continuidade de suas atividades.

Continuarei com meus contatos em Recife, e como sempre a inteira disposição para qualquer ajuda que possa fornecer.


Atenciosamente

Caio R. Peppe
caio@crpgroup.com.br



To my friends, Partners and clients,
81 9191-5673
As from today (08/26/2011), I am no longer the Regional Business Development Manager for Via Mat/ O. Lisboa.

I would like to thank my co-workers, friends and clients for the support, dedication and partnership developed along the last 26 months and I wish all the best in continuing your activities.

I will maintain my contact information, and as always at your disposal for any help you may need.

Sincerely

Caio R. Peppe
caio@crpgroup.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Back in action

Olá pessoal,

Fazia tempo que não postava nada, por isso comecei a fazer uma série de recortes sobre comércio exterior, educação, e negócios internacionais, espero que curtam!!!!

Abs

Peppe

Os benefícios do dólar em baixa

Os benefícios do dólar em baixa
Fonte: http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=10232

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Cada um tem o dólar que merece. O do brasileiro ultimamente tem ficado bem baixinho. O governo adotou medidas para frear o derretimento da moeda norte-americana, que até ensaiou uma recuperação nos últimos dias. Mas o fato é que a hora ainda é muito boa para quem quer passear no exterior, fazer um intercâmbio, comprar um eletrônico. Até a ceia de Natal deve ficar mais em conta no fim do ano. Dá até para sonhar com um espumante francês no lugar da velha sidra.
O economista Marcelo Barros, professor da Faculdade Boa Viagem (FBV) e ex-secretário de finanças do Recife, lembra que o dólar está derretendo no mundo inteiro. “Para quem pretende viajar para o exterior no curto ou médio prazo é um ótimo momento. Quem fecha a passagem tem a taxa de câmbio de agora e ainda pode financiar em cinco, seis vezes.” Comprar o dólar em espécie para usar na viagem (e comprar perfumes ou eletrônicos lá fora) também é vantagem.
Fátima Bezerra, da WM Tours, confirma que as pessoas estão viajando mais e trocando os destinos nacionais pelos internacionais. Quem antes pretendia ir para Gramado hoje vai para Nova York. Ou troca o cruzeiro pela costa brasileira por outro pelo Caribe. E há pessoas de todas as idades que estão aproveitando para fazer intercâmbio. Segundo Fátima Bezerra, um mês de curso nos States, com hospedagem em casa de família, sai a partir de US$ 1,6 mil. A passagem é por fora.
“O dólar em baixa é ruim para as empresas nacionais que exportam. Mas para o consumidor final é sempre muito bom. Os produtos importados ficam mais baratos. Comprar lá fora também é vantagem”, reforça o professor Caio Peppe, coordenador do curso de comércio exterior da Faculdade dos Guararapes. Com o aumento do Imposto sobre Importações (IOF), as compras no cartão de crédito ficaram mais caras. Mas não custa lembrar que a cotação usada é do dólar comercial.
Mesmo com as últimas ações tomadas pelo governo e a quase-que-não-sai-mas-saiu aprovação da elevação do teto da dívida dos Estados Unidos, Caio Peppe não acredita em uma elevação repentina da moeda norte-americana. “Eles (os norte-americanos) vão emitir mais dólares, os investidores vão buscar mercados alternativos, como o Brasil. E vamos continuar recebendo uma enxurrada de dólares de fora”, afirma o professor.
Problemas
Mas nem tudo é festa. Comprar dólar para guardar embaixo do colchão (ou nas cuecas da vida) não tem nada de bom, lembra Marcelo Barros. “Dólar como investimento não é recomendável agora. Quando você compra para investir, você quer vender mais tarde. Mas nada indica que vai subir e voltar ao que era no ano passado, por exemplo”, afirma o economista. O mesmo vale, segundo ele, para os fundos cambiais (atrelados ao dólar).
“Se pegar o histórico só tem fechado negativo. Não é um bom investimento. Talvez a pessoa não perca dinheiro, mas também não ganha”, reforça Barros. Até para quem quer viajar, mas ainda não tem ideia de quando, o economista recomenda que a melhor opção é aplicar o dinheiro em fundos atrelados à Selic (taxa básica de juros, que está nas alturas). Outra alternativa é tesouro direto. Colchão, jamais.

Entendendo a Encrenca

O dominó da crise global
Jornal do Comércio
11/08/2011

Quando as principais bolsas de valores do mercado mundial despencam em um mesmo movimento, o sobressalto toma conta da economia globalizada. E o mero temor de notícias piores se transforma em péssima notícia, que desencadeia o nervosismo na praça global. O remendo aprovado no cobertor curto da dívida norte-americana não foi o bastante para afastar a pesada nuvem negra que paira sobre as finanças globais. Parece, pelo contrário, que foi o estopim de mais uma onda de pânico, presságio ou não de crise de maiores proporções. Pela primeira vez em setenta anos, a agência Standard & Poor (S&P) promoveu o rebaixamento da qualificação da dívida dos Estados Unidos, o que pode ter causado a queda nas bolsas no começo da semana. O que era considerado o investimento mais seguro do mercado internacional passa a valer menos, para a S&P, do que os bônus emitidos por países como França, Inglaterra e Alemanha. Trata-se, na prática, de um rebaixamento de confiança. Para a agência, o corte de US$ 1 trilhão prometido nos gastos oficiais por Obama até o final do ano é quatro vezes menor do que o necessário para começar a arrumar as contas do país. Nesta visão, a bola de neve fiscal não será contida tão cedo. Se as outras duas agências de risco seguirem a mesma trilha, aprofunda-se a crise. Com uma taxa de desemprego acima de 9% e o assanhamento do Partido Republicano, que acirra o clima político, os EUA do democrata Obama enfrentam turbulências que ameaçam se estender para o resto do planeta - inclusive para a China, que mantém 40% de suas economias em títulos da dívida americana. O governo chinês fustiga o modo de vida americano, mas sabe que a sugestão de que os EUA aprendam a se virar com seus próprios meios não funcionaria nem lá. Parcela considerável da indústria chinesa está voltada para o consumo externo, e se faltar consumo do lado de fora, sobrarão problemas do lado de dentro. Cada vez mais, a interconexão dos negócios globais se estreita, de tal forma que a dívida de uma nação vira preocupação para todas as demais. Ao receber o primeiro-ministro do Canadá em Brasília, na última segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff chamou a decisão da agência, que desvalorizou o crédito americano, de "precipitada e incorreta". O canadense endossou a declaração. Segundo o governo, o Brasil dispõe de US$ 350 bilhões em reservas internacionais, e US$ 420 bilhões em reservas nacionais, para evitar que o dominó da crise chegue com força por aqui. Na Europa, duas economias de peso também sofrem com dívidas monumentais. A Espanha e a Itália terão que tomar emprestados cerca de US$ 350 bilhões até o final do ano. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, disse que a crise mostra o quanto os níveis de endividamento público ultrapassaram os níveis de responsabilidade fiscal. Para Franco, os gastos precisam cair no mundo inteiro, até no Brasil, que não deve se achar protegido, uma vez que possuímos um quadro fiscal tão problemático quanto os países ricos.

Legislação Aduaneira- Campo fértil para Especialistas em Comex

Direito amplia área de atuação
Jornal do Comércio
11/08/2011

ESPECIALIZAÇÃO Investimentos que chegam ao Estado exigem do advogado conhecimentos em novas áreas como o direito aduaneiro
Rafael Dantas
rdantas@jc.com.br

O novo momento econômico de Pernambuco exige novas demandas para o mundo jurídico. Áreas do direito ligadas ao comércio exterior e a segmentos estreantes no Estado, a exemplo das atividades relacionadas ao petróleo, requerem dos advogados novas qualificações. Hoje, no Dia do Advogado e quando se comemora 184 anos da criação do primeiro curso jurídico no País, pode-se observar como esse panorama representa um desafio e também oportunidades para profissionais e as instituições de ensino.

Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco (OAB-PE), Henrique Mariano, entre os diversos campos que vêm despontando no Estado destacam-se o direito marítimo, aduaneiro e do petróleo. “Nos últimos três anos, com esse nicho de mercado aquecido devido ao sucesso do Complexo de Suape, há um crescimento de procura por profissionais especializados nessas áreas do direito”, afirma. Não por acaso, há uma corrida por parte das universidades e de instituições, como a própria OAB, pela criação de especializações. A OAB criou uma comissão que tem como objetivo fomentar debates e palestras sobre os novos segmentos, bem como promover cursos em todo o Estado para formação dos advogados.

Para o advogado Luciano Alencar, vice-diretor da Associação Brasileira de Estudos Aduaneiros, o direito aduaneiro nem é considerado ainda no País um ramo sedimentado, sendo ainda classificado como parte do direito tributário. “Na Argentina, esse segmento já é autônomo desde os anos 80. No Brasil ainda não. Com isso, há poucos espaços de qualificação em atividade e muitos profissionais que atuam na área são ainda autodidatas”. Alencar afirma que o setor aduaneiro demanda conhecimentos específicos que ultrapassam o limite do tributário.

Como vários dos novos empreendimentos que desembarcaram em Suape envolvem empresas multinacionais e que atuam com volumes elevados de importação e exportação, as consultorias sobre comércio internacional estão em alta. Segundo Luciano Alencar, as importações de bens de consumo são as principais atividades responsáveis pelo aquecimento dessa demanda do direito.

Além da vinda de empresas, novos funcionários também desembarcaram no Estado. E com eles uma nova cultura trabalhista que reacendeu movimentos grevistas e relações de trabalho mais complexas do que as empresas locais estavam acostumadas. Com essa nova tendência, o direito trabalhista tem sido o responsável por um maior volume de ações.

“Com o aumento dos postos de trabalho, cresceu muito o número de ações trabalhistas e novas discussões estão cada vez mais presentes, como o assédio moral e as doenças relacionadas ao trabalho”, ressaltou o advogado Ruy Salathiel. Só em 2010, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Pernambuco foi o responsável por 136,6 mil novos postos de trabalho, elevando o nível de empregabilidade no Estado em 9,76%, quando comparado a 2009.

Além dos fatores econômicos, diversas novas tendências da sociedade têm promovido transformações na legislação ou no entendimento delas. Esse fenômeno exige dos profissionais a compreensão de temas que ainda estão na pauta do dia, a exemplo das modificações verificadas no perfil da família brasileira. Segmentos como o direito médico, da propriedade intelectual e o ramo voltado para a mediação e arbitragem também apresentam crescimento do número de ações, de acordo com informações da OAB e dos escritórios de advocacia.

Com o panorama esportivo cada vez mais profissionalizado e gerando cifras milionárias, o direito esportivo também surge como uma oportunidade. “Com a vinda da Copa do Mundo ao Brasil e o próprio futebol nacional, há um crescimento natural nesse ramo. Muitos advogados estão buscando essa especialização e mais faculdades estão oferecendo cursos para suprir a carência de profissionais”, afirmou Flávio Pires, sócio da Siqueira Castro Advogados.

Comércio Exterior- Uma das Soluções para questões estruturais do Estado de PE

Novas opções de curso superior
Fonte: Jornal do Comércio
11/08/2011

TECNÓLOGO Pela especificidade e a curta duração na formação, o curso está sendo uma saída para atender à demanda do mercado

Gilvan Oliveira

goliveira@jc.com.br

Tecnólogo. Comece a se familiarizar com esse substantivo. Ele deve nominar cada vez mais os cursos de nível superior que serão oferecidos por universidades visando formar profissionais para atender às demandas do novo perfil econômico do Estado. Os cursos tecnólogos são as apostas das Universidades Federal (UFPE), Rural (UFRPE), de Pernambuco (UPE) e Católica de Pernambuco (Unicap) para capacitar mão de obra e enfrentar os grandes gargalos que o Estado reconhecidamente precisa superar para que os pernambucanos se beneficiem das oportunidades de emprego e renda que estão sendo geradas: educação e qualificação.

O curso de tecnólogo se propõe a atender às demandas da nova economia pernambucana por dois aspectos: a especificidade e o curto tempo na formação do profissional. O tecnólogo, ou técnico de nível superior, é o profissional graduado em um curso superior de tecnologia. O objetivo da formação é capacitar profissionais para atender campos específicos do mercado de trabalho, caso de Petróleo e Gás. Tem grade curricular compacta, com duração média de dois a três anos, menor, portanto, que a dos cursos de graduação tradicionais. Por ser um profissional de nível superior, os tecnólogos podem dar continuidade a seus estudos cursando a pós-graduação.

“Além da formação rápida e sólida para atender as demandas do mercado, o curso tecnólogo contempla um nicho, que são aquelas pessoas com formação técnica que têm interesse em aprimorar seus conhecimentos em um curso superior de rápida duração. Nos países desenvolvidos, os cursos tecnólogos são muito comuns”, explica a pró-reitora acadêmica da Unicap, Aline Grego.

A Unicap já oferta seis cursos tecnólogos em diversas áreas, alguns com foco nas atividades econômicas que estão se consolidando no Estado. É o caso de Gestão Portuária. Segundo a universidade, o tecnólogo formado nesse curso estará apto a desempenhar “funções estratégicas, táticas e operacionais, tendo como base as relações de interface com a logística empresarial, as operações portuárias e com o comércio exterior, incluindo as legislações pertinentes, além da gestão ambiental”. Os demais cursos técnicos de nível superior ofertados pela Unicap são eventos, gestão hospitalar, fotografia, gestão em turismo e jogos digitais.

A UPE e as universidades federais preparam seus pacotes de graduação para tecnólogos. O reitor da UPE, Carlos Calado, explica que, além disso, a universidade deve ofertá-los no interior e segundo o perfil econômico da região. Ele informa que está em análise a implantação de um curso superior, que pode ser tecnólogo, em logística para Salgueiro (Sertão), que deve se consolidar em uma importante estação de transbordo de mercadorias transportada pela ferrovia Transnordestina. Também é avaliada a implantação de cursos tecnólogos voltados à área de tecnologia em Palmares (Mata Sul) já em 2012.

Mas há um desafio que o curso tecnólogo, mesmo ainda não tão popularizado, já precisa superar, segundo Aline Grego e Carlos Calado: o preconceito. “É uma questão cultural. Há uma visão tradicional que algumas pessoas têm sobre o curso, acham que pela carga horária menor eles não teriam o status de superior”, relata Aline Grego. “Quem faz o tecnólogo não perde nada. É curso superior igual aos tradicionais. Quem passa por ele, pode depois fazer um mestrado ou um doutorado”, explica Carlos Calado.

AVALIAÇÃO

Dois fatores têm contribuído para que as quatro universidades – UFPE, UFRPE, UPE e Unicap – estarem procurando atender as demandas surgidas com o novo perfil econômico do Estado. Elas têm grupos internos que monitoram os movimentos da economia, para daí se adequar às demandas da atividade. Na Unicap, existem seis grupos temáticos que se reúnem para avaliar as necessidades de formação para atender demandas como Copa do Mundo, Suape, Comunicação, engenharias e licenciaturas, para formação de professores. A implementação dos cursos tecnólogos surgiram segundo a orientação desses grupos de trabalho.

Outro fator que ajudou a sintonizá-las com o novo momento que vive o Estado foi o fato de os reitores terem assento no Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Cedes), participando das discussões dos eixos da economia local.

Esse intercâmbio entre reitores levou a uma estratégia desenvolvida pelas universidades de compensação na formação de mão de obra, em vez delas trabalharem como concorrentes. Carlos Calado cita o caso da área de petróleo e gás: nessa mesma área, as instituições de ensino trabalham sob ângulos diferentes. Enquanto a UPE foca na formação de profissionais para trabalhar com a montagem de estruturas, a UFPE trabalha a pesquisa com o petróleo e seus derivados e a Unicap, a gestão.

Comério Exterior em Alta!!!! Parte 1

Conexão de modais é o futuro
Jornal do Comércio
11/08/2011


LOGÍSTICA Para ser competitivo, Pernambuco precisa investir na integração dos transportes fluvial, marítimo, rodoviário e ferroviário
Gilvan Oliveira
goliveira@jc.com.br

A vocação de Pernambuco como centro de logística não é nova. Remonta aos tempos da invasão holandesa, no século 16. Com a estruturação do Porto de Suape, essa vocação se tornou ainda mais evidente. Mas apenas a localização estratégica e um porto estruturado para transbordo de grandes embarcações já não é mais suficiente para atender às demandas da nova economia do Estado. E quem vive a logística no dia a dia aponta o principal desafio para o Estado não perder competitividade neste setor nos próximos 25 anos: estruturar e articular o transporte multimodal. Em outras palavras, criar a infraestrutura necessária para que os transportes marítimo, fluvial, rodoviário e ferroviário se comuniquem, funcionem de forma coordenada, um complementando o outro, e não de maneira independente. “A integração do transporte multimodal no Estado pode gerar uma economia de custo e de tempo de até 30% para quem escoa seus produtos", avalia o presidente do Tecon Suape, Sérgio Kano.

A conexão entre modais se torna imperiosa com o avanço na construção da ferrovia Transnordestina, que ligará Eliseu Martins, no Centro-Sul do Piauí, aos portos de Suape e Pecém (CE) através de dois ramais. Ela seria a espinha dorsal da logística no Estado, mas os benefícios dela só seriam otimizados com uma rede de estações de transbordo em pontos-chave ao longo de seu trajeto, com a interligação com outros modais de transporte. “Se não houver esses pontos, Pernambuco vai servir apenas de passagem de produtos até o porto. A valorização do multimodal também servirá para quebrar um pouco a dependência excessiva do transporte rodoviário", explica o conselheiro do Grupo de Estudos de Logística em Pernambuco (Gelpe), o consultor Marcílio Cunha.

ÁSIA

Um exemplo de que a necessidade de se trabalhar o multimodal é iminente pôde ser observada na semana passada. Na última sexta-feira (dia 5), o Tecon Suape anunciou a primeira linha de navegação entre a Ásia e o porto pernambucano, operado pela Hamburg Süd-Aliança. Segundo o gerente da transportadora marítima para o Nordeste, Norbert Bergmann, um dos objetivos desta nova linha, além de trazer produtos industrializados ao Nordeste, é transportar para o Japão através de Suape toneladas de pluma e linter (fibra) de algodão produzidos no Oeste da Bahia. Mas, para tanto, seria necessário uma interligação eficiente entre os modais fluvial, rodoviário e ferroviário antes do material chegar ao porto.

O produto, projeta ele, seria levado em barcaças pelo Rio São Francisco a partir de Ibotirama, no Centro-oeste da Bahia, até o Porto Fluvial de Petrolina, onde seria colocado em contêineres e despachado junto à alfândega. De Petrolina, ele seguiria em caminhões para Salgueiro, para um terminal de transbordo da Transnordestina que está sendo projetado. E daí finalmente ele chegaria pelos trilhos ao Porto de Suape, para seguir de navio viagem ao Japão. Enquanto a ferrovia não estiver pronta, o transporte entre Petrolina e Suape seria de caminhão. A pluma e o linter do algodão do Oeste baiano são escoados hoje via Porto de Santos (SP).

Norbert Bergmann diz que, apesar de toda a complexidade da operação, haveria economia em custos e tempo utilizando Suape. “Mas é preciso que essa cadeia funcione de forma eficiente", adverte ele. O Porto de Petrolina existe, mas só formalmente – na prática ele está praticamente inativo. E a implantação da estação de transbordo em Salgueiro está em fase de estudos.

O consultor Marcílio Cunha explica que conexão multimodal é uma etapa natural na busca por mais eficiência no setor de logística. Ele chama atenção para a importância de uma boa estruturação das estações de transbordo da Transnordestina para a conexão com o transporte rodoviário.

Duas estações estão previstas em Pernambuco: uma em Salgueiro (Sertão) e outra no Cabo de Santo Agostinho (Região Metropolitana). “Salgueiro, por exemplo, deve se consolidar como um centro distribuidor de produtos para o Sertão não só de Pernambuco, mas também da Paraíba, do Ceará, do Rio Grande do Norte. Também será de grande importância para o transporte de produtos como o gesso do Sertão do Araripe. Mas ele só se consolida como tal se bem estruturado”, avalia.

RODOVIAS

Mesmo a conexão multimodal seja um caminho sem volta, o transporte rodoviário ainda vai representar uma parcela significativa para o setor de logística nos próximos anos, caso o Estado pretenda se manter competitivo. O ritmo de investimentos em melhoria de estradas, porém, precisa acompanhar o crescimento da economia, o que não acontece. A saída, segundo empresários, seria privatizar rodovias, ao menos às que receberão um maior fluxo de veículos de carga. “Vivemos um momento de muita liquidez, com muita gente interessada em investir nesse setor", afirma Kano.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Sucesso, Sorte e Foco!!!!

Boa noite formandos que me honraram com o convite de proferir algumas palavras neste momento único na vida de cada um de vocês.



Hoje vocês passam a carregar um novo sobrenome, um nome forte que os acompanhará pelo resto de suas carreiras, vocês são Gestores de Marketing formados pela FG, e com este título passam também a fazer parte da minha história, como colegas de profissão, Sejam bem vindos Gestores de Marketing ao início de uma próspera e longa carreira.



Quando recebi o convite de ser o paraninfo das turmas de marketing imediatamente lembrei da época em que me graduei, e estas lembranças nostálgicas me fizeram pensar no que eu gostaria de ter ouvido no dia da minha formatura.



Cheguei em casa e fiz uma relação de pontos que gostaria de ter ouvido e por incrível que pareça, é exatamente o que acredito que devo falar para vocês hoje a noite, fazendo sempre uma ressalva sobre o valor destas palavras, pois elas retratam a minha opinião, e todos vocês meus caros alunos sabem o valor que as nossas opiniões tem:



1) Seja ético na sua conduta, em todos os momentos, vantagens imediatas, se vão também imediatamente, uma vez que vieram sem a necessidade de construção de nada. Apenas relações construídas possuem chances de se manter no longo prazo.





2) Nós gestores de Marketing, não somos gênios, nem mágicos, somos tradutores de desejos e necessidades, não confundam as funções.



3) Prepare-se para errar muito, faz parte da carreira a experiência nos ensinará, que o erro é parte fundamental do processo de construção profissional.



4) Trabalho é trabalho, não confundam as coisas, mas opte fazer algo em que vc crie valor para você e para todas as pessoas com as quais vc se relaciona, a sensação de construir algo que faca sentido é incomparável.



5) Invista tempo, energia e recursos em vc mesmo todo dia, vc é seu investimento mais seguro.


6) Explore novas idéias e oportunidades sempre que possível. Onde vc se encontra vc já conhece, talvez exista algo muito maior te esperando, cabe apenas agarrar a oportunidade.


7) Mantenha o foco, para chegar no seu destino construa a sua estrada, quanto menos curvas, mas rápida será a viagem.


8) Diga o que vc está pensando, as pessoas não lêem mentes, se vc não diz o que quer, como espera ser atendido.



9) Tome decisões de forma serena, mas tome ações imediatas, a mudança é parte da nossa vida se vc já diagnosticou o que precisa ser feito, faça!


10) Pergunte, pergunte muito. Não durma com dúvidas. A grande aventura das nossas carreiras será a nossa habilidade de fazer perguntas, receber respostas e gerar mais dúvidas este é o segredo da construção do nosso conhecimento baseado na nossa experiência, nossa história e nossos aprendizados.



11) Seja respeitoso com todos e os façam se sentir bem, isso o fará ser inesquecível. Pessoas respeitam aquelas que podem agregar as suas vidas, e não pessoas que possuem coisas.



12) Aprenda, estude, melhore, desenvolva sempre. Ações do dia baseadas apenas em palpites, não passam de chutes, que podem ou não dar certos, o nosso grande diferencial é ter a capacidade de analisar e solucionar problemas baseados em fundamentos teóricos aprendidos ao longo da nossa formação acadêmica.



Estes são os meus conselhos para vcs meus alunos,



A minha história já me colocou em muitas ciladas, ser uma pessoa sem raízes, me conduziu a uma eterna busca por achar o caminho de casa, e quanto mais eu procurava mais eu me perdia, até que ouvi um conselho certa vez, me disseram que a minha casa, é onde está o meu coração, e vocês 4NA e 4NB mesmo sem saber me ensinaram o que é estar em casa, pois meu coração esta aqui hoje, logo me sinto em casa.



Obrigado, pelo prazer de compartilhar tantos momentos, tantos aprendizados, tantas experiências e espero que carreguem algumas destas palavras com vcs, pois este professor carregará suas crianças em seu coração para onde este mundão o levar, além de uma calculadora HP e de um gráfico do IBC!!!!







Obrigado, saúde, Sucesso e principalmente foco!!!!!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Comex na FG. Realmente Internacional!

Vc sabe onde o Comex pode estar presente na sua vida?

Pernambuco hoje possui um grande potencial para atuar internacionalmente!

Conheça o Curso de Comércio Exterior da FG, verdadeiramente internacional!!!

http://www.faculdadeguararapes.edu.br/site/index.php?i=82