terça-feira, 20 de setembro de 2011

Grande Evento


Prezados Amigos, Parceiros e Clientes,

É com grande orgulho que os convido para participar do Lançamento do Projeto Banco de Talentos da faculdade dos Guararapes.

Estaremos discutindo O Desafio para Formação de Recursos Humanos na área de Comércio Exterior.

Peço que confirme sua participação via email: caio@crpgroup.com.br

1 abs

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Alinhados com as diretrizes do MDIC

Prontas para ganhar mercado

INTEGRAÇÃO Nove pequenas e médias empresas do Estado vão vender produtos no exterior com apoio do Primeira Exportação

Jornal do Commercio- 26/08/2011

Até março do próximo ano, nove pequenas e médias empresas de Pernambuco vão desembarcar suas marcas no mercado internacional. A estreia lá fora será pelas mãos do Projeto Primeira Exportação, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Ontem, empresários e representantes do comitê gestor do programa participaram de reunião na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper).
A coordenadora geral de Desenvolvimento de Programas de Apoio às Exportações da Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Mdic, Cândida Cervieri, veio de Brasília para comandar a reunião. “Nosso objetivo foi estabelecer um cronograma, dirimir dúvidas e alinhar as discussões sobre o projeto”, explica. Iniciado em 2007, como um piloto, e institucionalizado no ano passado, o Primeira Exportação atende a 111 empresas de oito Estado: Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Santa Catarina. A proposta é estimular pequenas e médias empresas com perfil exportador a atuarem no mercado externo.

Em Pernambuco, participam do projeto as empresas Prolev (alimentos), Tribos (moda feminina), Rishon (cosméticos), DAM (roupas profissionais), Isis (alimentos), Supranor (ração animal), KJX (cosméticos), Xick Baby (calçados infantis) e Officina Design Ecológico (bijuterias). Cândida lembra que apesar de as pequenas e médias empresas representarem 98% do comércio exterior no Brasil, respondem apenas por 1,8% do valor exportado.

O programa obedece a quatro etapas: diagnóstico das empresas, pesquisa de mercado, adequação dos produtos e promoção comercial. Cândida defende que o desafio é fazer uma exportação sustentada, que tenha permanência. “Não adianta fazer um primeiro embarque e não conseguir dar continuidade. Isso mancharia a imagem da empresa, do Ministério e do Brasil”, alerta.

O empresário da Xick Baby, que fabrica calçados infantis de couro para crianças de até 7 anos, espera que as exportações representem 25% do seu negócio, a longo prazo. “O mercado internacional seria uma excelente alternativa para os períodos sazonais no Brasil, quando ocorre queda nas vendas”, aposta.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novo Desafio/ New Challenge

Aos meus Amigos, Parceiros e Clientes,

Hoje (26/08/2011), deixarei o cargo de gerente de desenvolvimento regional do Grupo Via Mat/ O. Lisboa.

Agradeço aos meus colaboradores, parceiros, amigos e clientes pela colaboração, dedicação e parceria realizado ao longo dos últimos 26 meses e desejo sorte na continuidade de suas atividades.

Continuarei com meus contatos em Recife, e como sempre a inteira disposição para qualquer ajuda que possa fornecer.


Atenciosamente

Caio R. Peppe
caio@crpgroup.com.br



To my friends, Partners and clients,
81 9191-5673
As from today (08/26/2011), I am no longer the Regional Business Development Manager for Via Mat/ O. Lisboa.

I would like to thank my co-workers, friends and clients for the support, dedication and partnership developed along the last 26 months and I wish all the best in continuing your activities.

I will maintain my contact information, and as always at your disposal for any help you may need.

Sincerely

Caio R. Peppe
caio@crpgroup.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Back in action

Olá pessoal,

Fazia tempo que não postava nada, por isso comecei a fazer uma série de recortes sobre comércio exterior, educação, e negócios internacionais, espero que curtam!!!!

Abs

Peppe

Os benefícios do dólar em baixa

Os benefícios do dólar em baixa
Fonte: http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=10232

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Cada um tem o dólar que merece. O do brasileiro ultimamente tem ficado bem baixinho. O governo adotou medidas para frear o derretimento da moeda norte-americana, que até ensaiou uma recuperação nos últimos dias. Mas o fato é que a hora ainda é muito boa para quem quer passear no exterior, fazer um intercâmbio, comprar um eletrônico. Até a ceia de Natal deve ficar mais em conta no fim do ano. Dá até para sonhar com um espumante francês no lugar da velha sidra.
O economista Marcelo Barros, professor da Faculdade Boa Viagem (FBV) e ex-secretário de finanças do Recife, lembra que o dólar está derretendo no mundo inteiro. “Para quem pretende viajar para o exterior no curto ou médio prazo é um ótimo momento. Quem fecha a passagem tem a taxa de câmbio de agora e ainda pode financiar em cinco, seis vezes.” Comprar o dólar em espécie para usar na viagem (e comprar perfumes ou eletrônicos lá fora) também é vantagem.
Fátima Bezerra, da WM Tours, confirma que as pessoas estão viajando mais e trocando os destinos nacionais pelos internacionais. Quem antes pretendia ir para Gramado hoje vai para Nova York. Ou troca o cruzeiro pela costa brasileira por outro pelo Caribe. E há pessoas de todas as idades que estão aproveitando para fazer intercâmbio. Segundo Fátima Bezerra, um mês de curso nos States, com hospedagem em casa de família, sai a partir de US$ 1,6 mil. A passagem é por fora.
“O dólar em baixa é ruim para as empresas nacionais que exportam. Mas para o consumidor final é sempre muito bom. Os produtos importados ficam mais baratos. Comprar lá fora também é vantagem”, reforça o professor Caio Peppe, coordenador do curso de comércio exterior da Faculdade dos Guararapes. Com o aumento do Imposto sobre Importações (IOF), as compras no cartão de crédito ficaram mais caras. Mas não custa lembrar que a cotação usada é do dólar comercial.
Mesmo com as últimas ações tomadas pelo governo e a quase-que-não-sai-mas-saiu aprovação da elevação do teto da dívida dos Estados Unidos, Caio Peppe não acredita em uma elevação repentina da moeda norte-americana. “Eles (os norte-americanos) vão emitir mais dólares, os investidores vão buscar mercados alternativos, como o Brasil. E vamos continuar recebendo uma enxurrada de dólares de fora”, afirma o professor.
Problemas
Mas nem tudo é festa. Comprar dólar para guardar embaixo do colchão (ou nas cuecas da vida) não tem nada de bom, lembra Marcelo Barros. “Dólar como investimento não é recomendável agora. Quando você compra para investir, você quer vender mais tarde. Mas nada indica que vai subir e voltar ao que era no ano passado, por exemplo”, afirma o economista. O mesmo vale, segundo ele, para os fundos cambiais (atrelados ao dólar).
“Se pegar o histórico só tem fechado negativo. Não é um bom investimento. Talvez a pessoa não perca dinheiro, mas também não ganha”, reforça Barros. Até para quem quer viajar, mas ainda não tem ideia de quando, o economista recomenda que a melhor opção é aplicar o dinheiro em fundos atrelados à Selic (taxa básica de juros, que está nas alturas). Outra alternativa é tesouro direto. Colchão, jamais.

Entendendo a Encrenca

O dominó da crise global
Jornal do Comércio
11/08/2011

Quando as principais bolsas de valores do mercado mundial despencam em um mesmo movimento, o sobressalto toma conta da economia globalizada. E o mero temor de notícias piores se transforma em péssima notícia, que desencadeia o nervosismo na praça global. O remendo aprovado no cobertor curto da dívida norte-americana não foi o bastante para afastar a pesada nuvem negra que paira sobre as finanças globais. Parece, pelo contrário, que foi o estopim de mais uma onda de pânico, presságio ou não de crise de maiores proporções. Pela primeira vez em setenta anos, a agência Standard & Poor (S&P) promoveu o rebaixamento da qualificação da dívida dos Estados Unidos, o que pode ter causado a queda nas bolsas no começo da semana. O que era considerado o investimento mais seguro do mercado internacional passa a valer menos, para a S&P, do que os bônus emitidos por países como França, Inglaterra e Alemanha. Trata-se, na prática, de um rebaixamento de confiança. Para a agência, o corte de US$ 1 trilhão prometido nos gastos oficiais por Obama até o final do ano é quatro vezes menor do que o necessário para começar a arrumar as contas do país. Nesta visão, a bola de neve fiscal não será contida tão cedo. Se as outras duas agências de risco seguirem a mesma trilha, aprofunda-se a crise. Com uma taxa de desemprego acima de 9% e o assanhamento do Partido Republicano, que acirra o clima político, os EUA do democrata Obama enfrentam turbulências que ameaçam se estender para o resto do planeta - inclusive para a China, que mantém 40% de suas economias em títulos da dívida americana. O governo chinês fustiga o modo de vida americano, mas sabe que a sugestão de que os EUA aprendam a se virar com seus próprios meios não funcionaria nem lá. Parcela considerável da indústria chinesa está voltada para o consumo externo, e se faltar consumo do lado de fora, sobrarão problemas do lado de dentro. Cada vez mais, a interconexão dos negócios globais se estreita, de tal forma que a dívida de uma nação vira preocupação para todas as demais. Ao receber o primeiro-ministro do Canadá em Brasília, na última segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff chamou a decisão da agência, que desvalorizou o crédito americano, de "precipitada e incorreta". O canadense endossou a declaração. Segundo o governo, o Brasil dispõe de US$ 350 bilhões em reservas internacionais, e US$ 420 bilhões em reservas nacionais, para evitar que o dominó da crise chegue com força por aqui. Na Europa, duas economias de peso também sofrem com dívidas monumentais. A Espanha e a Itália terão que tomar emprestados cerca de US$ 350 bilhões até o final do ano. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, disse que a crise mostra o quanto os níveis de endividamento público ultrapassaram os níveis de responsabilidade fiscal. Para Franco, os gastos precisam cair no mundo inteiro, até no Brasil, que não deve se achar protegido, uma vez que possuímos um quadro fiscal tão problemático quanto os países ricos.

Legislação Aduaneira- Campo fértil para Especialistas em Comex

Direito amplia área de atuação
Jornal do Comércio
11/08/2011

ESPECIALIZAÇÃO Investimentos que chegam ao Estado exigem do advogado conhecimentos em novas áreas como o direito aduaneiro
Rafael Dantas
rdantas@jc.com.br

O novo momento econômico de Pernambuco exige novas demandas para o mundo jurídico. Áreas do direito ligadas ao comércio exterior e a segmentos estreantes no Estado, a exemplo das atividades relacionadas ao petróleo, requerem dos advogados novas qualificações. Hoje, no Dia do Advogado e quando se comemora 184 anos da criação do primeiro curso jurídico no País, pode-se observar como esse panorama representa um desafio e também oportunidades para profissionais e as instituições de ensino.

Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco (OAB-PE), Henrique Mariano, entre os diversos campos que vêm despontando no Estado destacam-se o direito marítimo, aduaneiro e do petróleo. “Nos últimos três anos, com esse nicho de mercado aquecido devido ao sucesso do Complexo de Suape, há um crescimento de procura por profissionais especializados nessas áreas do direito”, afirma. Não por acaso, há uma corrida por parte das universidades e de instituições, como a própria OAB, pela criação de especializações. A OAB criou uma comissão que tem como objetivo fomentar debates e palestras sobre os novos segmentos, bem como promover cursos em todo o Estado para formação dos advogados.

Para o advogado Luciano Alencar, vice-diretor da Associação Brasileira de Estudos Aduaneiros, o direito aduaneiro nem é considerado ainda no País um ramo sedimentado, sendo ainda classificado como parte do direito tributário. “Na Argentina, esse segmento já é autônomo desde os anos 80. No Brasil ainda não. Com isso, há poucos espaços de qualificação em atividade e muitos profissionais que atuam na área são ainda autodidatas”. Alencar afirma que o setor aduaneiro demanda conhecimentos específicos que ultrapassam o limite do tributário.

Como vários dos novos empreendimentos que desembarcaram em Suape envolvem empresas multinacionais e que atuam com volumes elevados de importação e exportação, as consultorias sobre comércio internacional estão em alta. Segundo Luciano Alencar, as importações de bens de consumo são as principais atividades responsáveis pelo aquecimento dessa demanda do direito.

Além da vinda de empresas, novos funcionários também desembarcaram no Estado. E com eles uma nova cultura trabalhista que reacendeu movimentos grevistas e relações de trabalho mais complexas do que as empresas locais estavam acostumadas. Com essa nova tendência, o direito trabalhista tem sido o responsável por um maior volume de ações.

“Com o aumento dos postos de trabalho, cresceu muito o número de ações trabalhistas e novas discussões estão cada vez mais presentes, como o assédio moral e as doenças relacionadas ao trabalho”, ressaltou o advogado Ruy Salathiel. Só em 2010, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Pernambuco foi o responsável por 136,6 mil novos postos de trabalho, elevando o nível de empregabilidade no Estado em 9,76%, quando comparado a 2009.

Além dos fatores econômicos, diversas novas tendências da sociedade têm promovido transformações na legislação ou no entendimento delas. Esse fenômeno exige dos profissionais a compreensão de temas que ainda estão na pauta do dia, a exemplo das modificações verificadas no perfil da família brasileira. Segmentos como o direito médico, da propriedade intelectual e o ramo voltado para a mediação e arbitragem também apresentam crescimento do número de ações, de acordo com informações da OAB e dos escritórios de advocacia.

Com o panorama esportivo cada vez mais profissionalizado e gerando cifras milionárias, o direito esportivo também surge como uma oportunidade. “Com a vinda da Copa do Mundo ao Brasil e o próprio futebol nacional, há um crescimento natural nesse ramo. Muitos advogados estão buscando essa especialização e mais faculdades estão oferecendo cursos para suprir a carência de profissionais”, afirmou Flávio Pires, sócio da Siqueira Castro Advogados.